Até que a vida nos separe...

Wednesday, August 27
Desde criancinha aprendi que para ser feliz completamente era necessário formar uma família. Famílias tradicionalmente falando, onde todos, pais e filhos, se sentassem a mesa de jantar, saíssem para passear, etc. Porém, hoje o casamento está ameaçado de extinção. O número de casais infelizes está cada vez maior, basta olharmos para o número de divorciados.

Tenho certeza que a vida separa mais do que a morte, as próprias circunstâncias existenciais da vida, seja na área financeira, emocional, relacionamento com familiares opostos, a interferência de familiares próximos como pais, acabam por contribuir para a separação, e, tudo isto acontece em vida. Há várias outras circunstâncias que contribuem, diferenças de educação, a formação profissional, o estilo de vida, a questões sexuais, a infidelidade, personalidade e milhares de outros motivos.

Aproveitando o post abaixo da Natália, chamo você para uma reflexão. Quantas pessoas você dizia amar e deixou para trás? Quantas pessoas te amavam e você ignorou? De um certo modo, perder alguém porque essa pessoa morreu, às vezes, é mais confortante que perder alguém por opção. É aquela história de amor platônico. Você morre, estando viva. Você se fecha para a chance de um novo amor porque o seu coração, o seu sentimento morreu. Alguém que não merecia, apareceu e extinguiu a vontade de amar.

Porque devemos amar quem não nos ama? Porque sofrer com o sentimento de rejeição? Porque mesmo amores reciprocos que juram perante a igreja com a antiga benção nupcial: “até que a morte nos separe”, não dura mais do que os primeiros percalços da vida? Eu acredito que no amor tudo está terminado desde o dia em que um dos amantes pensou que a separação era possível.

Aconselho, a quem não assistiu, a ver um filme chamado "Um amor para recordar".
(NATÁLIA PARA VOCÊ É UMA ORDEM, ASSISTA!)



Insisto também, para ver esse vídeo aqui embaixo. De coração partido, despeço-me!